terça-feira, 9 de junho de 2026

O QUE REALMENTE TEM VALOR

 

Sabedoria Divina

“No entanto, quando estamos entre pessoas maduras, falamos com palavras de sabedoria, mas não com o tipo de sabedoria desta era ou de seus governantes, que logo caem no esquecimento. Pelo contrário, a sabedoria a que nos referimos é o mistério de Deus, seu plano antes secreto e oculto, embora ele o tenha elaborado para nossa glória antes do começo do mundo.”

1 Coríntios 2:6-7 (NVT)

Um grande amigo e pregador costuma dizer: “Deus não oculta de você; Ele oculta para você”.

Não há nada mais precioso do que a sabedoria divina. Salomão, inspirado por Deus, nos ensina:

“Feliz é a pessoa que encontra sabedoria, aquela que adquire entendimento. Pois a sabedoria dá mais lucro que a prata e rende mais que o ouro. A sabedoria vale muito mais que rubis; nada do que você deseja se compara a ela.”

Provérbios 3:13-15 (NVT)

E, em outro momento, diz:

“O princípio da sabedoria é: adquira a sabedoria; sim, com tudo o que você possui, adquira o entendimento.”

Provérbios 4:7 (NAA)

Depois de quase dezoito anos de convertido e envolvido com o mundo cristão, a conclusão a que chego é que preciso investir ainda mais para adquirir a sabedoria divina.

O nível ao qual Deus deseja nos levar é tão elevado que talvez eu precise de mais dezoito anos para desenvolver o pouco que já aprendi.

O apóstolo Paulo afirmou em uma de suas cartas:

“Agora vemos de modo imperfeito, como um reflexo no espelho, mas então veremos tudo face a face. Tudo o que sei agora é parcial e incompleto, mas conhecerei tudo plenamente, assim como Deus já me conhece plenamente.”

1 Coríntios 13:12 (NVT)

E, ao orar pela igreja em Éfeso, pediu ao Pai:

“Também peço que, como convém a todo o povo santo, vocês possam compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade do amor de Cristo. Que vocês experimentem esse amor, ainda que seja grande demais para ser inteiramente compreendido. Então vocês serão preenchidos com toda a plenitude de vida e poder que vêm de Deus.”

Efésios 3:18-19 (NVT)

Meu Deus!

O que nos leva a acreditar que já sabemos o suficiente?

O que faz com que desviemos nosso foco daquilo que tem mais valor — a sabedoria divina — a ponto de dedicarmos tempo, energia e esforço para adquirir uma sabedoria humana que, diante da eternidade, é insignificante?

Precisamos comer, vestir-nos e desfrutar das coisas boas da vida. Isso é lícito e bom. Mas será que essas coisas têm o poder de saciar a sede que existe dentro de nós pela sabedoria divina?

Ou já perdemos essa sede?

“Restaura em mim a alegria de tua salvação e torna-me disposto a te obedecer.”

Salmos 51:12 (NVT)

Que nunca percamos a sede pela Palavra de Deus.

Esta tem sido a minha oração diante do Senhor:

“Oro para que o amor de vocês transborde cada vez mais e que continuem a crescer em conhecimento e discernimento. Quero que compreendam o que é verdadeiramente importante, para que vivam de modo puro e sem culpa até o dia em que Cristo voltar.”

Filipenses 1:9-10 (NVT)

Por que perdemos tanto tempo lutando para conquistar coisas, para depois descobrirmos que elas não têm importância alguma?

O que falta para entendermos o que Paulo quis dizer quando afirmou:

“Sim, todas as outras coisas são insignificantes comparadas ao ganho inestimável de conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele, deixei de lado todas as coisas e as considero menos que lixo, a fim de poder ganhar a Cristo e nele ser encontrado. (...) Quero conhecer a Cristo e experimentar o grande poder que o ressuscitou. Quero sofrer com ele, participando de sua morte.”

Filipenses 3:8-10 (NVT)

Este texto não tem a pretensão de ensinar nada. É apenas o desabafo de um coração sedento pelo mais de Deus.

Tenha um excelente dia.

domingo, 7 de junho de 2026

O AMOR NA VERDADE

Que tipo de amor você demonstra: um amor de verdade ou um amor na verdade?

O apóstolo João, ao saudar a senhora escolhida e seus filhos, escreveu:

“Eu, o presbítero, escrevo à senhora escolhida e a seus filhos, a quem amo na verdade, como fazem todos os que conhecem a verdade.” (2 João 1:1, NVT)

“Amo na verdade”, ele disse, e ainda reiterou: “como fazem todos os que conhecem a verdade”.

Trata-se de um amor baseado no conhecimento da verdade, e não nos sentimentos instáveis do ser humano.

Quem ama de verdade baseia-se no que está sentindo; mas quem ama na verdade ama porque teve acesso a um conhecimento que o habilitou a amar independentemente dos seus sentimentos.

Outro aspecto que chama a atenção em sua saudação é que João afirma, sem medo de errar, que todos os que conhecem a verdade manifestam esse amor, porque agora faz parte de sua nova natureza em Cristo.

Em outra carta, João escreve:

“Amados, continuemos a amar uns aos outros, pois o amor vem de Deus. Quem ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.” (1 João 4:7-8, NVT)

E, na mesma carta, afirma:

“Se amamos nossos irmãos, significa que passamos da morte para a vida. Mas quem não ama continua morto. Quem odeia seu irmão já é assassino. E vocês sabem que nenhum assassino tem dentro de si a vida eterna.” (1 João 3:14-15, NVT)

Vamos extrair ensinamentos poderosos dessas passagens:

  1. O nível de manifestação do amor é reflexo do quanto você conhece a Deus, pois quem conhece a Deus experimenta o novo nascimento e naturalmente ama o seu irmão. O amor é o reflexo de uma vida que vive a verdade do evangelho.

  2. A vida de Deus se manifesta através de nós quando liberamos o amor que Ele mesmo derramou em nossos corações ao nascermos de novo (Rm 5:5).

  3. O ódio não faz mais parte da vida de quem pertence a Deus. Filhos do amor não podem cultivar ódio dentro de si, pois carregam em si a vida eterna.

“E a vida eterna é isto: conhecer a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste ao mundo.” (João 17:3, NVT)

Quem conhece a verdade conhece a Deus. Quem conhece a Deus ama na verdade.

Mas o que é a verdade? Inclusive essa pergunta foi feita por Pilatos antes de julgar Jesus. A resposta foi dada pelo próprio Jesus ao ensinar aos seus discípulos:

“Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim. Se vocês realmente me conhecessem, saberiam quem é meu Pai. Mas, de agora em diante, vão conhecer e ver o Pai”. (João‬ ‭14‬:‭6‬-‭7‬ ‭NVT‬‬)

Jesus é o nosso modelo de Filho de Deus que devemos copiar em todas as nossas ações. Ele é a verdade de quem nós somos. Quem conhece a Jesus conhece a Deus e, também, passa a conhecer a si mesmo, pois passamos a ser como Ele é.

Quem ama na verdade, portanto, ama porque a verdade o libertou de si mesmo e ele passou a ser um filho que reflete a imagem do seu Pai, que é Deus, assim como Jesus o fez na sua passagem terrena.

Que possamos, como discípulos de Jesus, acessar a verdade tão claramente, que o amor será a expressão natural da nossa nova vida em Cristo.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

CRISTÃOS CEGOS: QUANDO SÓ ENXERGAM O QUE ESTÁ PRÓXIMO

Eu amo paradoxos! Como pode um cego enxergar apenas o que está perto?

O pior cego é aquele que acredita que vê, e o pior escravo é aquele que acha que é livre. O Evangelho confronta escravos que se sentem livres para que se tornem livres que escolhem não ser escravos do pecado. E também dá vista aos cegos que não enxergam a vida que Deus desenhou para eles, transformando-os em cristãos que não voltem a ser cegos.

Todos sabem que a proposta do Evangelho é transformar pecadores arrependidos em santos que manifestam a vida de Deus por meio de suas próprias vidas. O alvo é tão elevado que nos foi concedida a dádiva de receber o próprio Espírito Santo de Deus para habitar em nós, pois é Ele quem proporciona essa transformação, de glória em glória, à imagem do Senhor Jesus.

Pedro, porém, ao escrever sua segunda carta, faz um alerta:

"Mas aqueles que não se desenvolvem desse modo são praticamente cegos, vendo apenas o que está perto, e se esquecem de que foram purificados de seus antigos pecados." (2 Pedro 1:9 – NVT)

Não seria bom nem para mim nem para você, depois de nascer de novo, tornar-se um cristão cego que só enxerga o que está perto, concorda?

Os nove primeiros versículos dessa carta de Pedro são tão poderosos que precisam ser analisados carinhosamente por todo aquele que passou a enxergar e não deseja voltar a ser cego. Estas poucas linhas servem apenas para despertar a importância de crescermos na Palavra que nos salvou e continua nos salvando a cada dia.

No verso 3, Pedro afirma que Deus, com Seu poder divino, nos concede tudo de que necessitamos para uma vida de devoção. Ou seja, não há mais desculpas para não vivermos uma vida de devoção (entenda como uma vida de santidade), pois tudo de que necessitamos já está disponível por meio do poder de Deus que está à nossa disposição.

No verso 4, somos convidados a participar da natureza divina e a escapar da corrupção do mundo causada pelos desejos humanos, por meio das Suas grandes e preciosas promessas. Isso significa que, quando cremos nas promessas de Deus em Cristo, somos perdoados dos nossos pecados e feitos filhos de Deus, participantes da Sua natureza divina.

Já no verso 5, Pedro alerta: "Diante de tudo isso, esforcem-se ao máximo para corresponder a essas promessas". Perceba que é por meio da fé nas grandes e preciosas promessas que nos tornamos participantes da natureza divina, mas será por meio do nosso ESFORÇO MÁXIMO que corresponderemos a elas. Trata-se de uma parceria intencional entre nós e o Espírito Santo.

Para nos ajudar, Pedro passa a nos apresentar um caminho que devemos seguir, como um passo a passo para não voltarmos a ser como cegos que só enxergam o que está próximo. Ele ensina, nos versos 5, 6 e 7:

"Acrescentem à fé a excelência moral; à excelência moral o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao domínio próprio a perseverança; à perseverança a devoção a Deus; à devoção a Deus a fraternidade; e à fraternidade o amor."

Primeiro vem a fé, e com ela o acesso às promessas de Deus.

Depois vem a excelência moral, que demonstra nossa libertação do pecado e nossa submissão ao senhorio de Jesus.

Nessa jornada de santidade, vem então o conhecimento, que revela a pessoa de Deus com mais profundidade. E quem passa a conhecer a Deus passa também a conhecer a si mesmo.

Depois de conhecer a si mesmo, será necessário desenvolver domínio próprio, pois não seremos mais como crianças na fé. Se estamos amadurecendo, precisaremos agir como tal, mesmo diante das tentações internas e externas.

O aperfeiçoamento do domínio próprio nos leva à perseverança. Perseverar é permanecer na revelação de que somos filhos de Deus, mesmo diante de todas as circunstâncias contrárias e até mesmo da rejeição daqueles que mais amamos.

A perseverança aperfeiçoada nos levará a uma vida plena de devoção a Deus. Uma vida de piedade em que nada mais importa, senão viver a vida que importa para Deus. Parafraseando Jesus, seria o momento em que poderíamos dizer, como Ele disse, que só fazia o que via o Pai fazendo e só falava o que ouvia o Pai falando.

A vida de devoção nos conduz à fraternidade, ou seja, a uma irmandade verdadeira, na qual podemos nos tornar amigos de Jesus. Irmãos vivendo a plena comunhão dos filhos de Deus.

Essa fraternidade nos elevará ao ápice do amor, que é o próprio Deus, a um lugar onde tudo o que existe em nós refletirá quem Deus é.

Pedro então afirma no verso 8:

"Quanto mais crescerem nessas coisas, mais produtivos e úteis serão no conhecimento completo de nosso Senhor Jesus Cristo."

E no verso 9 alerta:

"Mas aqueles que não se desenvolvem desse modo são praticamente cegos, vendo apenas o que está perto, e se esquecem de que foram purificados de seus antigos pecados."

Perceba que existe uma consequência para aqueles que não se desenvolvem: retornarão à prática do pecado.

Eu não sei você, mas eu já decidi que não posso cair nessa armadilha. O prêmio que Pedro nos apresenta para aqueles que se esforçam para desenvolver esses atributos é:

"Assim, sua entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo será acompanhada de grande honra." (2 Pedro 1:11 – NVT)

quarta-feira, 3 de junho de 2026

O POBRE É DIGNO DE HONRA E O RICO É INSIGNIFICANTE

Calma! Guarde a sua pedra.

Quando nos deparamos com uma verdade bíblica como esta, mesmo em choque, precisamos entender o contexto para compreender a sabedoria divina que há por trás.

O apóstolo Tiago afirma em sua carta: O irmão que é pobre tem motivo para se orgulhar, porque é digno de honra. E o que é rico deve se orgulhar porque é insignificante. Ele murchará como uma pequena flor do campo. (Tiago 1:9,10 - NVT)

Tiago está tratando sobre o que realmente tem valor para Deus, que é a nossa vida e não o quanto de dinheiro que temos em nossa conta bancária. Aquilo que o mundo considera como algo valoroso, Deus considera como insignificante.

O pobre é indigno para mundo, mas para Deus é digno de honra, pois foi comprado por alto preço, pelo precioso sangue de Jesus. O rico, que tem valor para o mundo pelo fato de ter posses, é insignificante para Deus. O que é valioso nele é a sua vida e não o que possui, por isso, quando alguém for honrado por ser rico deve dar glórias a Deus por sua insignificância.

Uma tradução em inglês interpreta de forma mais clara o ensinamento:

“Os crentes pobres do seu grupo devem se alegrar, porque Deus diz que eles são valiosos para Ele. E os crentes ricos também devem se alegrar, porque Deus lhes mostrou que eles não são tão importantes assim. Os ricos devem se lembrar de que morrerão, como a flor silvestre que logo murcha.” (Tiago 1:9-10 EASY)

Qual o ensinamento que podemos extrair para as nossas vidas?

1. Independentemente de você ser um cristão rico ou pobre, a sua glória e a sua alegria deve estar em você ter sido salvo e liberto pelo precioso sangue de Jesus;
2. Tire a sua atenção do que você ainda vai conquistar, se a falta está roubando a sua paz e a a sua alegria. Pois, se você não está feliz hoje sem ter o que você almeja, você não será feliz quando tiver;
3. Se para Deus o pobre tem grande valor, ao ponto de ser digno de honra, não o despreze quando tiver a oportunidade de honrá-lo; e
4. Jamais se orgulhe das suas conquistas materiais, ELAS SÃO INSIGNIFICANTES.

Be happy.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

CRESCENDO EM FÉ E EXPERIMENTANDO A ALEGRIA

Todas as vezes que a TV é ligada, surgem inúmeras notícias ruins que afastam as pessoas da alegria.

Lembro-me de quando era criança e meu pai ouvia um programa policial de rádio chamado Bandeira Dois. Eram apenas notícias de crimes bárbaros e desgraças que estampavam as páginas policiais dos jornais. Recordo que ele gostava de ouvir, mas eu, como criança, ficava com medo daquilo que escutava.

Quando eu era um assíduo consumidor de telejornais, percebia que a dinâmica era sempre a mesma: desgraça, crime, tragédia, escândalos e, depois, bem no final do jornal, os gols da rodada para “distrair a mente”. Na pandemia, decidi não ligar mais a TV e, provavelmente, você sabe o porquê.

Hoje, em meu momento de leitura da Palavra, deparei-me com uma declaração do apóstolo Paulo que me levou a escrever estas poucas linhas. Em um contexto em que estava preso e sem saber se seria ou não condenado à morte, ele afirma:

“Estou dividido entre os dois desejos: quero partir e estar com Cristo, o que me seria muitíssimo melhor. Contudo, por causa de vocês, é mais importante que eu continue a viver. Ciente disso, estou certo de que continuarei vivo para ajudar todos vocês a crescer na fé e experimentar a alegria que ela traz.
(Filipenses 1:23-25)

As más notícias e o estilo de vida moderno estão contribuindo para uma das maiores crises de depressão da história da humanidade. Evidências numéricas coletadas pela Organização Mundial da Saúde, pelo Institute for Health Metrics and Evaluation e por órgãos nacionais como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística detalham essa escalada histórica.

Estudos globais baseados no Global Burden of Disease revelam que o número de pessoas convivendo com transtornos depressivos disparou em nível mundial:

  • Salto de casos: entre 1990 e 2021, o número total de casos prevalentes de transtornos depressivos no mundo registrou um aumento de 88,52%.
  • O estopim da pandemia: somente no ano de 2020, os impactos sociais e o isolamento decorrentes da COVID-19 geraram um acréscimo repentino de 53,2 milhões de novos casos de depressão maior globalmente — um aumento de 27,6% em apenas um ano.
  • Volume atual: atualmente, a OMS estima que aproximadamente 300 milhões de pessoas sofram de depressão ao redor do mundo.

Diante desse quadro catastrófico, Paulo apresenta a solução: a fé.

A resposta pode parecer simplória, mas quem já vive a alegria que a fé proporciona sabe que ela é real e acessível a todos os que abrem o coração para recebê-la. A cada dia que crescemos em fé, mais experimentamos dessa alegria que excede todo entendimento humano.

A alegria que provém da fé é magnífica porque tem como fonte a Palavra de Deus (“a fé vem por ouvir a Palavra” — Romanos 10:17). Ela é imutável e não se perde com o tempo. A alegria que provém da Palavra é eterna, se permanecermos nela, pois a Palavra que nos trouxe alegria é a mesma que continuará nos sustentando.

Os acontecimentos que constroem a nossa história são instáveis: em certos momentos nos levam a uma alegria passageira; em outros, à tristeza que, diga-se de passagem, também é momentânea. Dias atrás, conversando com uma pessoa aleatória em um supermercado, ela me disse, com um semblante abatido, que só se sentia feliz quando estava de folga em casa. Então a levei à reflexão de que estava fadada a sofrer seis dias por semana para sentir-se bem apenas em um. Que vida miserável!

A fé nos convida a sermos felizes hoje, olhando para aquilo que Deus fez, faz e ainda fará em nossas vidas.

Finalizo com a receita de Paulo para nos mantermos alegres:

“Alegrem-se sempre no Senhor. Repito: alegrem-se!
Que todos vejam que vocês são amáveis em tudo o que fazem. Lembrem-se de que o Senhor virá em breve. Não vivam preocupados com coisa alguma; em vez disso, orem a Deus, pedindo aquilo de que precisam e agradecendo-lhe por tudo o que ele já fez.
Então vocês experimentarão a paz de Deus, que excede todo entendimento e que guardará seu coração e sua mente em Cristo Jesus.”
(Filipenses 4:4-7)

Tenham um excelente dia.