quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A IMUTABILIDADE DE DEUS



A IMUTABILIDADE DE DEUS

O profeta Malaquias disse por boca de Deus: “Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós não sois consumidos” (Ml 3:6). No Novo Testamento vemos Tiago afirmando o mesmo atributo de Deus: “Toda boa dádiva e todo o dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tg 1:17).
A imutabilidade de Deus é o atributo que nos garante uma grande segurança em servi-lo, pois nos dá convicção em alcançarmos as suas promessas (se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerdes em vós, pedireis o que quiserdes e vos será feito – Jo 15:7).
A questão que queremos tratar neste pequeno texto é em relação ao caráter de Deus e a sua conseqüente obra. Uma passagem bíblica que demonstra uma aparente contradição ao que o imutável Deus estabeleceu está no evangelho de João no capítulo 8, versos 1 a 11.
Conta a passagem bíblica da argüição com relação a aplicação da lei mosaica a uma mulher apanhada em flagrante adultério que determinava a morte por apedrejamento. Todos nós sabemos que a lei de Moisés foi estabelecida por Deus e não por iniciativa humana, ou seja, que a vontade de Deus era clara.
Todos nós que somos cristãos acreditamos que Jesus é o Filho de Deus e que tudo o que Ele fez foi conforme a vontade de Deus. Ora, se a vontade de Deus já havia sido estabelecida na lei, não deveria Jesus simplesmente dizer: cumpra-se a lei? Poderia Ele ir contra Deus e mudar o que já tinha sido estabelecido?
Outra passagem interessante que vale a pena refletirmos está registrada em Atos dos Apóstolos no capítulo 10. Pedro tem uma visão onde, aparentemente, Deus teria “mudado” de idéia e teria passado a considerar puro o que antes Ele mesmo havia considerado como impuro. Haveria Deus mudado? Como fica, então, a imutabilidade de Deus?
A resposta a essa questão fica fácil de entender quando passamos a compreender as missões a que Jesus veio cumprir quando esteve entre nós. A mais conhecida é a obra expiatória que nos trás salvação, mas existe outra que é pouco comentada, qual seja a de revelar o caráter bondoso de Deus.
No evangelho de Lucas, no capítulo 9, versos 51 a 56, vemos que dois discípulos, ao serem rejeitados em uma cidade samaritana, pedem a Jesus que os autorize a mandar descer fogo dos céus para consumi-los (atitude compreensível, pois serviam ao Deus imutável que havia destruído Sodoma e Gomorra). A resposta de Jesus, porém, foi através de uma repreensão onde ele afirma que eles não sabiam de que espírito era.
Percebam que Jesus começou a mostrar uma face de Deus que os discípulos não conheciam, ou seja, um Deus de misericórdia e de salvação. Haveria Deus mudado?
  Aproveitando essa passagem bíblica podemos perceber que Jesus comentou sobre a existência de outro espírito que foi pouquíssimo comentado no Velho Testamento. Em João 10:10, Jesus chama esse espírito de “ladrão” que tinha a missão de matar, roubar e destruir, ou seja, ao pensarem em destruir aquela cidade samaritana os discípulos estariam invocando um espírito que não era Deus.
Em João 8:44, Jesus fala mais claramente sobre esse espírito e o chama de diabo, o pai da mentira, além de acusar os judeus que o ouviam de filhos do diabo, pois eles estavam sempre querendo satisfazer os desejos maus do inimigo. Cuidado com os seus pensamentos e palavras, pois, sem saber, você pode estar seguindo um espírito errado.
Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus. 1 João 3:8-10

Nestes versículos transcritos vemos que Jesus veio para desfazer as obras do diabo. Percebam que nem toda obra pode ser atribuída a Deus, pois existem duas pessoas diferentes fazendo duas obras diferentes. O diabo matando, roubando, destruindo e oprimindo e Deus fazendo o bem, curando e proporcionando vida em abundância (At 10: 38 e Jo 10:10).
Lembre-se que para os discípulos, baseados no Velho Testamento, destruir a cidade samaritana era fazer a obra de Deus. Os próprios judeus ao matarem Jesus pensaram a mesma coisa...
Jesus, portanto, veio para trazer luz e mostrar através da sua vida o caráter de Deus (O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser - Hb 1:3a). Os profetas inspirados na Velha Aliança não conheciam a plenitude de Deus, mas somente sombras do caráter de Deus por isso confundiam como sendo a obra de Deus matar, roubar e destruir.
Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: "Estou sendo tentado por Deus". Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pela própria cobiça, sendo por esta arrastado e seduzido. Então a cobiça, tendo engravidado, dá à luz o pecado; e o pecado, após ter-se consumado, gera a morte. Meus amados irmãos, não se deixem enganar. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes. Tiago 1:13-17
 Vou finalizar esse pequeno estudo com esses versículos transcritos acima, afirmando, sem medo de errar, que meu Pai não tenta, meu Pai não envia o mal e nem faz nada imperfeito. Tudo o que vem do Pai me dá vida em abundância e crescimento. Eu não preciso ser castigado, porque o castigo que me garante a PAZ foi sofrido por Jesus na cruz (Is 53:5).
O meu Pai é amor, é bom, é luz, é vida, é cura, é misericórdia, é perdão, é compreensão, é saúde, é prosperidade, é suprimento, é consolo, é livramento, é alegria, é justiça, é glória, é paz, é amizade, é união...
O que eu preciso fazer para desfrutar do que Ele tem pra mim? Basta ser filho dEle.
De quem você é filho?
Para meditação da Igreja. SHALON!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

HOMEM NATURAL X HOMEM ESPIRITUAL

Paulo classificou a humanidade em dois grandes grupos: naturais e espirituais (1 Co 2:14-15). 

Os naturais são aqueles que ainda não possuem a capacidade de enxergar as verdades espirituais, porque a sua mente ainda está presa à vida limitada do corpo humano na Terra.

Paulo diz que este homem não pode, vou repetir, NÃO PODE compreender as coisas espirituais, porque para eles são uma grande loucura.

Por mais que tentemos mostrar o amor e o agir de Deus nas suas vidas, as suas mentes bloqueadas os impedem de perceber e glorificar o Criador que se reconciliou com o mundo por intermédio de Cristo.

Discutir opniões com pessoas naturais é perder tempo, por isso devemos, primeiro, demonstrar o amor de Deus através das nossas ações, depois, quando eles estiverem dispostos a ouvir, lhes anunciar as verdades que libertam.

AME PRIMEIRO, PREGUE DEPOIS.

Shalon! 

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

SUBMISSÃO E UNIDADE DE VISÃO NA IGREJA LOCAL

Medite no texto abaixo.

"Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo.E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado." (At 13:1-2)

Perceba que nestes versículos havia uma igreja local em Antioquia e Paulo servia ao Senhor nela. Nós cremos no exemplo deixado por Paulo e no que ele escreveu inspirado pelo Espírito Santo.

Assim ele nos ensinou em 1 Co 1:10 - Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.

Em Hb 13:17 o escritor nos demonstra que a submissão em busca da unidade da igreja local gera frutos e a insubmissão em nada aproveita (Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil).

A submissão é um princípio de crescimento estabelecido por Deus na qual devemos praticar incondicionalmente. E nós demonstramos que somos submissos quando fazemos com amor aquilo que não gostaríamos de fazer.

SONHE OS SONHOS DO SEU PASTOR!!!

Pense nisso.

Shalon!

quarta-feira, 26 de junho de 2013

ENTENDENDO A BÍBLIA

Deus falou, inicialmente, ao Seu povo pelos profetas (Hb 1:1) instituindo a Velha Aliança que tinha preceitos de serviço sagrado, sendo apenas uma parábola para o tempo presente. Não passavam de ordenanças baseadas somente em comidas, bebidas e diversas purificações, impostas até ao tempo oportuno de reforma (Hb 9:1/9-10). A Velha Aliança estipulavam ordenanças que representavam apenas sombras do que havia de vir (Cl 2:16-17).
Deus, então, decide falar pelo Filho, o único capaz de resplandecer a Sua glória e de ser a Sua expressão exata (Hb 1:1-3). Jesus, a Palavra de Deus que criou o universo, se fez homem e habitou entre nós (Jo 1:1-3/14). Como luz para o mundo (Jo 9:5), Jesus veio para tornar antiquada a aliança baseada em ordenanças (Hb 8:13), sombra das coisas maiores, e estabeleceu uma Nova Aliança no seu sangue (Mt 26:28), baseada em superiores promessas (Hb 8:6).
As promessas da Nova Aliança são capazes de transformar o homem, que era por natureza filho da ira (Ef 2:3) e incapaz de fazer a vontade de Deus - pois nele operava a lei do pecado e da morte, que o impedia de fazer o bem que queria, mas o obrigava a fazer o mal que não queria (Rm 7:15-23), em co-participante da natureza de Deus (2 Pe 1:4), através do milagre do novo nascimento (Jo 3:3-6), pois o que é impossível para o homem é possível para Deus (Lc 18:27). No novo nascimento o homem se torna uma nova criação de Deus (2 Co 5:17), todo o seu passado pecaminoso é perdoado e ele é transportado para o Reino dos céus (Cl 1:13-14), deixando de sofrer a influência irresistível de Satanás ao ponto do pecado não ter mais domínio sobre ele (Rm 6:14).
O homem, então, deixa de ser estrangeiro e peregrino e passa a ser pertencente à família de Deus (Ef 2:19). Como filho de Deus (Jo 1:12) passa a desfrutar da Sua herança se tornando co-herdeiro com Cristo (Rm 8:17). Ele recebe abundância de graça e o dom da justica que o capacita a reinar em vida (Rm 5:17), por isso Jesus não se envergonha de lhe chamar de irmão (Hb 2:11). Nessa nova condição de filho de Deus, o homem passa a ter direito a usufruir de tudo o que está disponível no Reino de Deus (Lc 15:31) assim como Jesus teve na sua vida como homem (1Jo 4:17). Porém, antes de andar como Ele andou (1Jo 2:6) precisa ser transformado na Sua própria imagem (2Co 3:18) através da renovação da mente, meio pelo qual poderá experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus (Rm 12:2).
A renovação da mente se dá através da Palavra (Jo 6:63) com o auxílio do Espírito Santo (Jo 16:13) que libera a unção que ensina (1Jo 2:27) e permite a compreensão das verdades espirituais que só se discernem espiritualmente (1Co 2:12-16). O Espírito Santo é uma pessoa espiritual (Jo 14:16) que passa a habitar dentro do novo homem (1 Co 6:19), representando a presença do Pai e do Filho (Jo 14:23) nesse homem. A compreensão gradativa de quem o homem se tornou em Cristo vai imprimindo na sua mente e no seu coração o caráter e a natureza de Deus, o que há de mais importante na Nova Aliança (Hb 8:10).
Permanecendo firme nessa condição (Hb 2:1) ele pode pedir o que quiser e lhe será concedido (Jo 15:7), pois como filho não tem mais vida em si mesmo, mas Cristo vive por meio dele (Gl 2:20). Os frutos do Espírito (Gl 5:22-23), que ele produz naturalmente, demonstra que ele nasceu de Deus e que foi transformado pela Palavra (Mt 5:16). Ele não vive mais pecando, pois já nasceu de Deus e nele habita a divina semente (1Jo 3:9), por isso o diabo não pode mais tocá-lo (1Jo 5:18). Andar no amor de Deus passa a ser a sua marca registrada (Jo 13:35), praticar a Palavra não lhe é mais penoso e, pela fé, ele vence o mundo (1Jo 5:3-4), pois o Espírito Santo que nele está é maior que o espírito que está no mundo (1Jo 4:4).
Como justificado em Cristo Jesus (Rm 3:24) a sua vida passa a ser pela fé (Hb 10:38) e todas as circunstâncias que se levantam contra ele são leves e momentâneas, pois não se atenta mais nas coisas que se veem, mas nas coisas eternas (2Co 4:17-18). Nele habita o espírito da fé e ele só fala o que crê (2Co 4:13) e tudo o que ele diz acontece (Mc 11:22-23). A sua comunhão com Deus é tão grande que ele, o Pai, o Filho e o Espírito Santo se tornam um (Jo 17:21) e quem vê ele vê Cristo (1Co 11:1).
O novo homem, nascido de Deus e limpo pela Palavra (Jo 15:3), com o auxílio do Espírito Santo (Jo 14:16-17) passa a ser luz do mundo e sal da Terra (Mt 5:13-16) e, nessa condição, é enviado por Deus para anunciar a salvação (Mt 28:19-20), como embaixador de Cristo e ministro da reconciliação, sendo instrumento para exortar as pessoas a se reconciliarem com Deus (2Co 5:18-28).
Nessa nobre missão, Deus concede poder através do batismo com o Espírito Santo (At 1:5/8) e autorização para usar, pela fé, o Nome de Jesus para expulsar demônios, falar em outras línguas, pegar em serpentes e impor as mãos sobre os enfermos para eles serem curados (Mc 16:17-18). Nome este que está acima de todos os demais nomes (Fp 2:9), que cura (At 3:16) e que salva (At 4:12).
A glória de tudo o que o novo homem fizer é sempre para o Senhor (Mt 5:16), pois o tesouro está em vaso de barro (homem frágil) para a excelência do poder ser de Deus e não dele (2 Co 4:7). Caso esse novo homem negligencie o que Deus fez por ele (Hb 2:3) e voltar a viver deliberadamente em pecado maior juízo virá sobre ele (Hb 10:26-31) e ele enfraquecerá, adoecerá e morrerá antes do tempo (1 Co 11:30).
Aquele, porém, que permanecer fiel e lutar contra o pecado resistindo até ao sangue (Hb 12:4) receberá a imarcescível coroa da glória (1 Pe 5:4), será salvo (Mt 24:13), reinará com o Senhor no milênio (Ap 20:6) e permanecerá para sempre com Ele (Ap 21:3).


ALELUIA!!!!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

LUZ DO MUNDO

  Todo bom cristão conhece as passagens bíblicas onde o Mestre Jesus, sem medo de errar, diz que nós somos a luz do mundo e o sal da Terra. 
  A luz tem a finalidade óbvia de acabar com as trevas, ou seja, em um ambiente onde a luz esteja não pode permanecer as trevas. A luz dissipa as trevas.
  Ora, se a Igreja é a luz por que ela não consegue prevalecer diante das trevas? Será que Jesus errou?
  A sociedade mundial hoje passa por uma onda de novos valores que se distanciam dos princípios da Palavra de Deus. O homem caído sempre acaba seguindo as suas próprias paixões, isso é histórico e imultável. A questão é: por que a luz (Igreja) não consegue fazer a diferença?
   Enquanto prevalecer as trevas na Igreja, jamais ela será luz. Uma Igreja carnal (Gl 5:19-21) é uma Igreja criança (1 Co 3:1) e uma criança é facilmente manipulada (Ef 4:14).
  Crescimento espiritual é uma necessidade urgente para a Igreja brasileira. Estamos sendo esmagados e continuaremos sendo se não acordarmos.

Shalom! 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

FIDELIDADE ESPERADA POR DEUS

Assim falou o Espírito Santo à Igreja: Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.(Ap 2:10b)

Na era globalizada em que vivemos muitas previsões proféticas se realizam sob os nossos olhos, mas muitos insistem em não ver. O amor praticamente já esfriou pelo aumento da iniquidade, o egoísmo (pessoas que só pensam em si mesmas) tem se multiplicado assustadoramente e o testemunho cristãos de boas obras tem desaparecido das casas, vizinhanças, bairros e cidades.

Elias se sentiu só, mas sempre houve o remanescente fiel. Procuram-se os fiéis da Terra, que resistirão às pressões da geração atual, não se conformando com o sistema deste século e gerando uma resistência viva e eficaz contra esse caminho pecaminoso em que o mundo está indo.

O pecado não pode ser relativizado. Deus não muda!

Jesus morreu para estabelecer um povo santo, inculpável e irrepreensível. Todos sensíveis à voz do Espírito Santo. O preço da fidelidade pode ser alto, mas o prêmio da fidelidade é a vida.

Sejam felizes.  

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O PODER DA FÉ



A fé, segundo as escrituras sagradas, é a certeza das coisas que temos esperança. Quando uma pessoa está doente a cura dessa enfermidade gera esperança em seu coração. Quando uma família está desestruturada tem-se a esperança na conciliação e na união.
A esperança, portanto, projeta para o futuro o alívio das pressões que se nos levantam no dia-a-dia da nossa existência. 
O que a fé faz? A fé nos dá a certeza, a convicção plena de que acontecerá aquilo que estamos esperando.
Para se entender a fé, segue um exemplo simples: Imagine que uma pessoa tem um emprego regular e que nunca houve atraso no seu pagamento. Essa mesma pessoa contrai dívidas que vencerão depois que receber o seu salário, ou seja, ele terá (futuro) o dinheiro para honrar o compromisso que ele fez. Ele não tem o dinheiro ainda (presente), mas tem esperança de recebê-lo. Por ter certeza (fé) de que vai ter o dinheiro no dia do vencimento, a dívida não consegue causar nele ansiedade, incerteza, depressão e outros sentimentos que poderiam vir, caso ele não tivesse a certeza () de que teria o dinheiro.
Enfim, a fé tem o poder de fazer o milagre de nos dar sentimentos de paz, mesmo diante de uma guerra, de perdão mesmo diante da ofensa, de amor mesmo diante do ódio, de união mesmo diante da discórdia, de cura mesmo diante da enfermidade, de coragem mesmo diante do vale da sombra da morte.
Ter fé é ter a capacidade de desfrutar hoje de algo que só vai acontecer amanhã.

“porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 Jo 5:4)

quarta-feira, 27 de março de 2013

A SALVAÇÃO É GRATUITA II




A gratuidade da salvação reflete o amor de Deus por nós. Mesmo não merecendo nada do Senhor, Ele decidiu manifestar o seu amor ao enviar o seu único Filho Jesus.

O ser humano não consegue amar sem primeiro ser amado. O amor que Deus manifestou no sacrifício de Jesus tem o poder de gerar amor em nossos corações.

E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu. (Rm 5:5)

Sem entender esse amor, se torna impossível amar o inimigo e orar por quem nos persegue. Ao compreendermos que somos amados, mesmo com todos os nossos defeitos e imperfeições, passamos a ter a possibilidade de amar também. 

Conhecer a Deus é conhecer a Sua natureza. Deus é amor. O amor é expressão exata do caráter de Deus. Em Cristo somos feitos filhos do amor.

Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus (Jo 1:12)

A salvação que Jesus proporciona, dentre outras, é sermos livres das correntes do ódio, da mágoa, da falta de perdão, da tristeza, de desesperança. Ser salvo é ter a oportunidade de ser feliz.

Você também pode ser salvo. A SALVAÇÃO É GRATUITA.


Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.

Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação.
(Rm 10:9-10)